|
|
|
Tomo VI: Habitatione
Divinu |
Capítulo I: O
Resgate de Akalmil
Sabendo das
intenções de
Acanthus, muitos
aventureiros foram
em busca de Akalmil.
Cada um que chegava
em sua morada nada
encontrava, a Casa
de Banhos de
Bucaneer's Den
estava estranhamente
vazia. Poucos foram
os que pensaram como
Acanthus, seguindo
seus rastros até a
floresta para
adentrar o
subterrâneo daquela
cidade insular.
O exótico Escardus
estava em seu bar
favorito de
Britannia, o
Pirate's Pal, e
resolveu desafiar os
pobres que
procuravam Akalmil.
Escardus se empolgou
com a situação e via
uma oportunidade de
diversão, ele
poderia matar alguns
homens metidos a
guerreiros e ao
mesmo tempo seguir
com o plano de seu
grande mestre. Por
sua vez, o louco mas
também muito
inteligente Acanthus
havia encarregado
Escardus de ser o
guardião de Akalmil,
que estava escondido
em Waste Lands e a
única maneira de
encontrá-lo era
derrotando Escardus,
que poderia ser
alcançado através
dos esgotos que
passam por Britain.
Assim a busca
começou, a
brincadeira de
Escardus deixava
todos furiosos até
que ele percebera
não ser tão poderoso
e inteligente quanto
pensava, sendo assim
encontrado e
derrotado. "No topo
do mundo, onde se
ilumina os confis de
Sosaria", estas
foram as últimas
palavras de Escardus,
revelando o
esconderijo de
Akalmil.
Linked, fiél
seguidor de
Blackthorn, ficou
contente com seu
progresso, e sabia
que seu mestre
ficaria muito
satisfeito em saber
do paradeiro de
Akalmil. Bastava
agora chegar ao
faról que ilumina o
norte de Waste Lands
e torcer para que
Akalmil estivesse
vivo. Chegando lá,
Linked abriu a porta
com a chave
encontrada em
Escardus e levou o
pobre astrólogo que
passara por
epxeriências
difíceis, pois
existiam quatro
grandes poderes
procurando-o.
Agora Akalmil tinha
que torcer para que
o tratamento dado
pelas pessoas que o
salvaram fosse
melhor que o de
Acanthus. O Mesiac
tinha apenas um
interesse e não se
importava muito com
a disputa de poderes
entre British,
Blackthorn, Elén e
Acanthus; ele
precisava apenas da
ajuda de pessoas
interessadas no bem
de Britannia. Assim,
antes de ser levado
para Lorde
Blackthorn ele
começou a conversar
com seu salvador.
Akalmil - Venha
Linked, irei lhe
contar minha
história. Gostaria
que a escutasse
antes de me levar a
seu mestre. Antes de
ser raptado pelos
homens de Acanthus,
fiquei sabendo de
algo extraordinário,
que pode destruir
toda Britannia.
Infelizmente, após
passar por muita
tortura eu contei a
Acanthus tudo que
estou para lhe
dizer, e agora este
louco homem irá
apoiar o evento
catastrófico que
está por vir.
Eu conheci um ser, e
resolvi ajudá-lo. A
melhor forma para
fazê-lo era
encontrando as mais
poderosas armas que
Britannia já viu sob
o poder dos mortais,
as Armaduras
Elementais.
Sabia que a partir
daquele momento eu
estaria em perigo, e
pude logo perceber
que as Quatro
Facções de nosso
mundo estavam a
minha procura. O
aparecimento da
Armadura da Terra,
previsto e mantido
em segredo por mim,
assustara Lorde
British e Lorde
Blackthorn, que em
um momento histórico
se uniram.
Infelizmente essa
breve aliança
fracassou como você
deve saber, as
informações vazaram
e os loucos
seguidores de
Acanthus junto dos
mercenários
necessitados de Elén
me raptaram. A
partir de agora,
para lhe contar
minha história
completa, preciso
antes contar toda a
história de dois
seres excepcionais,
dois inimigos.
Capítulo II: Angelu
Dirupta
Akalmil então levou
Linked para sua
casa, e iniciou sua
história. A família
Mesiac era muito
rica, residentes de
Moonglow. Eles eram
conhecidos por sua
curiosidade e
dedicação. Quando
Akalmil ainda era
muito novo, a
algumas dezenas de
anos, seus 3 irmãos
mais velhos se
juntaram e
construiram um
aparato que permitia
os fracos olhos
humanos se
aproximarem dos céus
e seus segredos, a
este instrumento foi
dado o nome de
telescópio. Desde
então, esta família
passou a se dedicar
quase que
integralmente ao
estudo das estrelas.
Nos tempos de hoje,
Akalmil é
considerado a maior
autoridade do
assunto. Poucos são
os Mesiac que
restaram e Akalmil
foi o único a
continuar em
Moonglow, pois seus
estudos necessitam
do grande telescópio
Mesiac.
Apenas um recente
fato foi capaz de
mudar o foco de
Akalmil. Todo o
rebuliço em torno da
retirada das
Armaduras Elementais
de seus locais de
repouso que resultou
na morte e
ressurreição de
British e Blackthorn
intrigava aquela
mente ávida por
descobertas,
enquanto a população
acreditava ser
apenas fruto das
intervenções
divinas. Mais
recente ainda, o
aparecimento da
Armadura da Terra
nas mãos de
Anastacia trouxe
mais e mais
perguntas para
aquela curiosa
mente.
Por ser um
cientista, Akalmil
era muito incrédulo
mas muitas vezes
queria ter a
ignorância das
pessoas comuns...
ele então decidiu
que iria tentar
provar a existência
de deuses e
criaturas míticas.
Ele viajou durante
meses para os mais
variados locais em
companhia de um
poderoso guerreiro,
chamado Ras Kadahar,
que era um grande
amigo da família
Mesiac.
Akalmil ficou
estupefato com as
criaturas que
encontrou durante
sua viagem, no
entanto nada
impressionava
Kadahar. Akalmil foi
percebendo que estar
trancafiado em
bibliotecas e
escritórios podia
fornecer grande
conhecimento, mas a
convivência e
interatividade com a
natureza eram
incomparaveis. Pelo
simples contato com
o mundo, até mesmo
um bruto guerreiro
adquiria um
aprendizado
invejável.
Mas Akalmil ainda
não estava
satisfeito, ele
precisava descobrir
como criaturas tão
especiais que ele
encontrara em sua
jornada haviam
chegado em Britannia,
e seu ceticismo foi
diminuindo, ele já
acreditava na
existência de seres
divinos chamados de
deuses... faltava
apenas provar esta
crença popular.
De volta a Moonglow,
o jovem Mesiac não
sabia como continuar
sua pesquisa; ele
viajara por meio
mundo, escalara as
mais altas
montanhas,
desbravara as mais
densas florestas,
aprofundara-se nas
maiores cavernas
existentes e
conheçera os mais
longínquos
oceanos... foi
pensando em toda sua
expedição que ele
chegou a uma
conclusão, a
resposta que ele
buscava não se
encontrava na
superfície de
Britannia, podia
estar apenas sob ou
abaixo dela, além
dos limites das
montanhas e minas.
Akalmil pediu para
seu amigo Ras
Kadahar que
procurasse as mais
profundas cavernas,
enquanto ele ficaria
em Moonglow
procurando a morada
dos deuses onde
nenhum homem era
capaz de chegar,
voltando assim seu
telescópio para o
infito céu.
Mais alguns meses se
passaram e Akalmil
continuava sem
respostas. Seu amigo
Ras Kadahar já havia
se aventurado nas
mais profundas
cavernas e também
não foi capaz de
desvendar nenhum
segredo.
Akalmil já estava
perdendo suas
esperanças, até que
um dia avistou em
seu telescópio uma
criatura com enormes
asas, no entanto o
instrumento já
estava muito velho e
não permitia que
Akalmil tivesse uma
visão nítida.
Ele acompanhou a
trajetória do ser,
que claramente não
estava em perfeitas
condições, por
muitas milhas.
A criatura alada
procurava por um
lugar seguro e
conforme ia se
aproximando de
Moonglow sua figura
ficava mais nítida
para Akalmil.
Momentos antes dela
desabar, Akalmil
percebeu uma
silhueta humanóide,
rapidamente subiu em
seu cavalo e correu
para a floresta onde
a queda acontecera.
Fora o fato de ter
asas, a criatura era
igual a qualquer
outro humano e
estava severamente
machucada. Akalmil,
ao mesmo tempo
solidário e curioso
a levou para sua
casa e cuidou de
seus ferimentos.
Algumas horas depois
ela se levantou, e
seus machucados
estavam quase que
integralmente
curados. Akalmil
escutou alguns
barulhos e foi
checar o que estava
acontecendo.
Chegando ao quarto a
criatura estava de
pé e retirando os
curativos. Akalmil
disse:
- Está louco rapaz??
Você precisa
descansar mais e
deixar os curativos
para melhorar!!
O rapaz alado e um
pouco atordoado
respondeu:
- Não se preocupe
amigo, eu já estou
bem.
Após a retirada de
todos os curativos
Akalmil ficou
espantado, todos os
profundos ferimentos
eram apenas pequenos
"ralados"... sem
mais delongas
Akalmil quis acabar
com sua curiosidade:
- O QUE você é?
- Vejo que o senhor
não é muito educado.
Mas por ter me
provido uma enorme
ajuda acho que
devo-lhe
explicações. Serei
tão direto quanto o
senhor. Meu nome é
Alexiel, e sou um
enviado de Zeus.
Vocês humanos nos
deram a denominação
de anjos, poucos são
os que conheçem este
termo, e menos ainda
são os que nos
viram.
Akalmil ficou
paralisado! Todo seu
ceticismo já não
estava presente em
seus pensamentos, e
ele podia sentir
naquelas palavras
total sinceridade.
Finalmente a prova
da existência divina
estava à sua frente.
Após ficar calado
por alguns momentos,
Akalmil conteve sua
surpresa pois queria
fazer muitas
perguntas, e então
começou:
Akalmil - Me diga,
se você é uma
criatura divina e
sagrada, o que lhe
causou tantos
ferimentos?
Alexiel replicou:
Alexiel - Meu
curioso amigo, esta
é uma longa estória!
Akalmil - Não se
preocupe Alexiel, eu
sou um estudioso e
quando se trata de
aprendizado eu tenho
todo o tempo que
desejar.
Alexiel - Mas eu não
tenho este luxo,
tenho uma missão e
preciso ir embora.
Ficando aqui posso
lhe colocar em
perigo, e deixando
minha missão se
atrasar mais ainda
todos estarão em
perigo.
Akalmil - Então me
leve com você! Tenho
experiência em
aventuras!!
Alexiel - Você é
livre para ir aonde
quiser mortal, se
conseguir me
acompanhar pode vir
comigo.
Alexiel deixou a
casa e começou a
voar, Akalmil correu
atrás dele que logo
voltou a tombar,
seus ferimentos
ainda necessitavam
de tratamento.
Akalmil ajudando
Alexiel a
levantar-se disse:
Akalmil - Acho que
você superstimou sua
força colega
angelical, meu nome
é Akalmil e
continuarei cuidando
de seus machucados.
Alexiel acabara de
perceber a seriedade
de seus problemas...
e naquele momento
resolveu que iria
contar àquele
curioso humano sobre
o que estava
acontecendo enquanto
estivesse sob seus
cuidados.
Capítulo III: Vita
Perdita
Alexiel - Akalmil,
resolvi lhe contar
sobre minha vida!
Não vejo maldade em
você, apenas uma
anciedade por
conhecimento.
Alalmil - Agradeço
imensamente Alexiel,
apenas isso que lhe
pedirei.
Alexiel então
começou a contar sua
estória. Em outrora
ele também fora um
mortal, de uma nobre
e antiga família
residente de Britain.
Ele e seu irmão
gêmeo Rosiel estavam
sendo ensinados em
artes diplomáticas
como de costume
entre famílias
ricas.
Alexiel era alguns
minutos mais novo do
que Rosiel, e mesmo
a diferença sendo
mínima Rosiel ainda
era considerado o
primogênito e por
isso era o principal
herdeiro da família.
Óbviamente Alexiel
sentia inveja da
posição de seu irmão
e achava muito
injusto que por
causa de poucos
minutos Rosiel se
tornasse herdeiro
integral, e sempre
que havia a
oportunidade ele
conversava com seu
pai e tentava
convencê-lo a
dividir a herança,
suas diversas
tentativas em vão o
deixava cada vez
mais frustrado.
Rosiel sempre
recebera um
tratamento
diferenciado mas
mesmo assim
compreendia a dor de
seu irmão, e sempre
tentava consolá-lo
de alguma forma,
despertando ainda
mais raiva em
Alexiel que
acreditava que
Rosiel fazia aquilo
apenas para esnobar
sua posição de
primogênito.
Em certa ocasião,
Rosiel e Alexiel
foram enviados pelo
patriarca para
fechar negociações
diplomáticas em
Nujel'm.
A tripulação do
navio alertou aos
dois irmãos sobre
como poderia ser
perigoso passar
próximo a Bucaneer's
Den com um
transporte de tal
porte e notavelmente
rico. No entanto,
Rosiel ordenou que
fosse feito o
caminho mais rápido
não importando os
perigos uma vez que
as negociações eram
urgentes. Na posição
de servos da família
de Rosiel a
tripulação pôde
apenas acatar sua
ordem.
A meio caminho de
Nujel'm, em um dia
tempestuoso, o navio
de Rosiel e Alexiel
fora abordado por
piratas vindos de
Bucaneer's, como
previsto pela
tripulação. Os
bandidos dominavam
com perfeição toda a
arte da navegação e
da guerra e foi
apenas questão de
minutos até que o
rico navio estivesse
sendo saqueado pelos
piratas. Rosiel
ordenou que a
tripulação não
reagisse e todos
foram presos aos
mastros das velas
enquanto os piratas
levavam para seus
barcos todos os
objetos que
encontravam.
Rosiel suplicou pela
vida de seus homens
com uma lábia
impressionante,
então o capitão
pirata prometeu
deixá-los com vida e
retirou todos os
seus homens e
rumaram para o
sul... alguns
instantes depois foi
possível escutar
cerca de uma dúzia
de estrondos cada um
seguido de grande
trepidações no
navio, alguns homens
puderam ver que o
principal navio
pirata estava
atirando com seus
canhões no casco
contra sua
embarcação.
Rosiel e Alexiel
estavam presos a um
mastro separados do
resto da tripulação,
quando o barco
começou a afundar
Alexiel entrou em
pânico e pediu
desculpas por toda a
inveja que sempre
sentira de seu
irmão. Rosiel estava
surpreendentemente
calmo e mais uma vez
apresentava total
compreensão quanto
as atitudes de seu
irmão.
Após alguns minutos
já submersos Rosiel
percebeu que as
cordas que prendiam
a ele e seu irmão
estavam um pouco
frouxas, ao olhar
para trás ele viu
que Alexiel já
estava quase
desmaiando e tentou
soltar ambos. Suas
tentativas eram
inúteis, a corda não
estava solta o
suficiente até que
ele tentou sair por
baixo. Conforme
Rosiel ia nadando
para baixo a corda
ia se apertando mais
até chegar ao seu
pescoço, foi aí que
o corpo quase inerte
de Alexiel começou a
flutar por causa da
folga que a corda
teve ao pessar pelo
pescoço de seu
irmão.
O movimento fez com
que Alexiel
despertasse a tempo
de ver que a corda
estava sufocando seu
irmão, Alexiel já
estava quase livre e
tentou por alguns
segundos soltar
Rosiel, no entanto o
navio estava
afundando muito
rápido. Rosiel abriu
os olhos que foram
de encontro a
Alexiel, que por sua
vez entendeu o que
ele estava lhe
dizendo com aquele
olhar. Alexiel
conseguiu dar um
último abraço em seu
irmão e começou a
nadar para a
superfície.
Alexiel - Estas são
minhas últimas
lembranças daquele
episódio, depois
disso me lembro de
acordar em uma cela
imunda. Eu estava
sendo mantido em
Bucaneer's, acredito
que os piratas
encontraram meu
corpo ainda com vida
e por causa de
minhas vestes
decidiram tentar
pedir um resgate a
Britain. Felizmente,
cerca de um mês
depois, o resgate
foi pago e os
piratas mantiveram a
palavra e me
devolveram com vida
à minha cidade!
Akalmil - Sinto
muito por sua perda
Alexiel, mas fiquei
muito intrigado por
saber que você
também já foi humano
como eu, aumentando
minha curiosidade de
saber como chegastes
até sua atual
situação.
Alexiel - Tenha
paciência caro
Akalmil, isso
ocorreu faz algumas
centenas de anos,
ainda tenho muito a
lhe contar...
Capítulo IV: Unione
Germanu
Alexiel deu
continuidade a sua
triste narrativa:
Logo que fui salvo
pelo resgate pago eu
fiquei feliz por ter
tido minha vida
poupada duas vezes.
No entanto nos meses
em que se seguiram
eu pude apenas viver
em pranto e dor
devido ao sacrifício
de meu irmão. Eu
tive raiva dele por
muitos anos por
causa de um motivo
idiota puramente
materialista, e ele
deixou tudo isso de
lado por mim, ele
que teria sua vida
garantida com a
herança de nossa
família se importou
muito mais comigo em
seus últimos
suspiros de vida.
Isso me atordoava a
cada segundo!
Conforme o tempo
passava e todas as
burocracias iam
sendo resolvidas,
minha família achou
que seria uma boa
idéia eu ficar com o
diário de Rosiel, já
que ele era muito
sábio e maduro para
sua idade. O todo o
ódio que eu já havia
sentido por Rosiel
agora ia somente
para minha família,
pois cada vez que eu
olhava nos olhos de
algum parente meu eu
via que eles
pensavam "porquê
Rosiel? Poderia ter
sido Alexiel!" mesmo
que tentassem
esconder...
Fui morar com alguns
dos servos pois não
aguentava mais
nenhum parente por
perto, e tudo que eu
conseguia fazer era
ler o diário de
Rosiel. A cada
página me espantava
a grande preocupação
que ele tinha em
relação a mim, seus
estudos e sua
posição de
primogênito eram
raramente citadas no
diário. Na verdade,
conforme eu lia as
palavras de Rosiel
eu sentia como se
fosse meu próprio
diário.
Meu irmão entendia
perfeitamente o que
eu passava e
lamentava todos os
dias o rancor que eu
possuia, tendo tudo
o que eu desejava
ele queria apenas um
amor fraterno, que
era a única coisa
que eu tinha e não
dei valor.
Nos anos seguintes
eu tentei viver de
acordo com os ideais
de Rosiel, lendo seu
diário eu aprendi
muita coisa e tive
uma visão muito
diferente da que nos
é ensinada em
famílias ditas
nobres. Rosiel tinha
diversos planos de
ajudar toda a
população pobre de
Britain, mas os
mantinha em segredo
com medo de ser
repreendido por
nosso pai. Até hoje
não consigo entender
de onde Rosiel
retirou sua
verdadeira nobreza.
Certo dia eu
caminhava pelas ruas
de Britain que
encontravam-se
desertas por causa
do tardio horário.
Toda semana eu
reunia mendingos e
enfermos levando-os
para a morada dos
servos de minha
família, onde todos
eram muito humildes
e sempre faziam de
tudo para ajudar,
mesmo não possuindo
nada.
Eu sabia que algum
dia iria encontrar
pessoas má
intencionadas
dispostas a
atrapalhar o caminho
das virutudes, no
entanto não sabia
que aquele momento
havia chegado. Um
homem de grande
porte e encapuzado
veio em minha
direção, ele
aparentava estar
bêbado, caminhei até
ele para auxiliá-lo
e deduzi pelas suas
vestes que ele era
uma pessoa
necessitada.
Quando cheguei bem
próximo ele retirou
de seu cinto uma
adaga enferrujada e
desferiu um golpe em
meu ventre, não tive
oportunidade alguma
de reagir... Ele fez
questão de me falar
algumas palavras:
- O ser humano é
ridículo! Você
acredita que seu pai
estava tão atordoado
com a idéia de
deixar sua herança
com alguém tão
patético e fraco
como você que me
mandou aqui esta
noite?
Acho que tais
palavras foram
capazes de acabar
com a minha vida
antes do ferimento.
Mesmo assim, eu
ainda sentia meu
corpo, meus sentidos
estavam misturados e
eu não sabia o que
estava acontecendo.
Me sentia em um
vazio, e o tempo não
passava.
Quando meus sentidos
pararam de me
enganar eu vi meu
irmão! Eu não
conseguia me
movimentar, nem
falar, mas Rosiel me
disse:
- Acalme-se Alexiel!
Você não está com
alucinações, eu sou
real, assim como sua
morte também foi!
Gostaria que você
soubesse que fiquei
muito orgulhoso de
sua mudança, você
superou as
expectativas de meus
superiores.
Rosiel virou-se de
costas e caminhou
até um trio de
homens encapuzados
que exalavam grande
divindade, eu pude
então ver que meu
irmão possuia asas!!
- Alexiel, estes
homens me ajudaram
após minha morte.
Devido a meu caráter
e personalidade eles
julgaram que eu
poderia servir a seu
reino, assim me
tornei um guardião
da humanidade
chamado por ela
própria de anjo.
Depois de um tempo
servindo-os, eu
soube que um dia
você iria se unir a
mim, mas era
necessário que você
amadurecesse no seu
corpo mortal.
Infelizmente nosso
pai fez algo
terrível o que
resultou em uma
união mais cedo do
que o esperado.
Venha meu irmão,
depende apenas de
você aceitar sua
missão ao meu lado!
Alexiel então
recobrou controle de
seu corpo.
Levantou-se e
abraçou seu irmão,
em seguida curvou-se
perante os 3 homens
encapuzados:
- Serví-lhes-ei com
imenso prazer!
Akalmil já estava
completamente
envolvido com a
narrativa de Alexiel.
Ele disse:
Akalmil - Compreendo
que sua vida teve
muitas tragédias,
mas vejo também que
você e seu irmão
foram abençoados de
forma sem igual, não
consigo enxergar
como você chegou a
este estado e como
esta história pode
tornar-se algo tão
horrendo como tú
mencionastes!
Alexiel - Meu amigo,
dissestes antes que
quando tratava-se de
conhecimento você
possuía todo o tempo
do mundo, não vejo
sua paciência agora.
Akalmil - Desculpe
Alexiel! Mas
realmente a cada
frase proferida eu
fico mais intrigado,
por obséquio
continue!
Capítulo V:
Hostilitate Germanu
Alexiel continuava
sua história de
serventia aos seraph:
Eu e meu irmão
passamos muitos anos
servindo àqueles
homens encapuzados,
os seraph.
Intervínhamos na
sociedade de forma
sutil, sempre
tentando guiar as
pessoas para o
melhor caminho. É
impossível ter a paz
total, por isso
também éramos
treinados em artes
de batalha em
caráter de último
ensejo. Infelizmente
iríamos precisar
daquele
treinamento...
Nobre Akalmil, você
deve ter presenciado
a poucos anos a
irromperia de uma
terrível peste. Eu e
Rosiel fomos
enviados pelos
seraph para tentar
exterminá-la.
Akalmil - Sim, me
lembro muito bem
disso. Viajei para
um local distante
para escapar dela.
Felizmente eu não
fui contaminado. No
entanto houve um
grande mistério
acerca do que
ocorrera.
Alexiel - Caro
colega, contarei o
que ocorreu. A Elfa
Andriel possuia um
grande segredo, ela
sabia da localização
dos 8 fragmentos da
Gema da Imortalidade
e queria o auxílio
de British, pois os
fragmentos não
estavam seguros.
Existia um grupo
denominado Generais
do Apocalipse,
seguidores de
Mondain que estava
tentando reunir os
fragmentos e trazer
seu mestre Mondain
de volta. Eles eram
os responsáveis pela
doença que consumiu
a elfa.
Eu, meu irmão e
alguns outros anjos
ficamos encarregados
de tentar curar
Andriel e
influenciar os
Generais. Me separei
de meu irmão que foi
designado para o
grupo que iria na
missão mais
perigosa, entrar na
vida dos Generais do
Apocalipse e fazer
com que eles
tomassem um rumo
diferente. Enquanto
eu e alguns colegas
nos esforçávamos ao
máximo para curar
Andriel.
Ela tinha medo de
contaminar outros
seres e se isolou em
uma cabana próxima a
Wind, enviou uma
mensagem a Lorde
British e em seguida
usou os poucos
poderes mágicos que
possuia para manter
sua doença em seu
corpo. Após muita
procura Andriel não
resistiu e sucumbiu
à peste, e sem os
seus poderes aquela
moléstia se espalhou
por toda Brittania...
eu, meus colegas e
Andriel falhamos em
nossa missão!
Enquanto isso quase
todos os anjos foram
descobertos e mortos
pelos Generais.
Rosiel sempre
sentia-se muito mal
perto deles e era
altamente
influenciado pelo
enorme poder deles.
Rosiel escutava as
conversas dos
Generais e começava
a perceber como os
humanos eram tolos.
A cada instante que
passava ele percebia
a natureza
predatória, egoísta
e gananciosa do
homem. Cada vez
menos ele acreditava
que o bem dentro das
pessoas ainda era
dominante. Meu irmão
chegou a me contar
tudo o que ele
começava a sentir, e
seu maior exemplo
toda vez era o que
nosso pai havia
feito... e eu não
consegui encontrar
argumentos que
pudessem nos
convencer que os
homens possuíam as
tais virtudes que
eles mesmos diziam
proteger.
Mas quando eu estava
em Britannia eu
podia sentir as
virtudes, podia
sentir a bondade e
isso me manteve
forte para combater
os Generais do
Apocalipse. Rosiel
no entanto estava se
tornando
extremamente
agressivo e veemente
em tomar alguma
atitude.
Em certa ocasião
passei muito tempo
sem ver ou ter
notícias de meu
irmão até que um dia
ele veio a mim.
Rosiel - Alexiel!
Descobri um poderoso
metal capaz de
afetar os Generais
do Apocalipse, um
reles humano foi
capaz de ferir um
deles antes de
morrer e...
Alexiel - Rosiel!!
Não fale assim dos
humanos, nosso dever
é protegê-los, eles
serão capazes de
trazer harmonia a
Britannia.
Rosiel - Isso antes
ou depois deles a
destruirem?? Ahhh,
enfim, não estou
aqui para falar
sobre os humanos. Se
você ainda acredita
na sobrevivência de
Britannia venha
comigo, nós somos
anjos poderosos e
utilizando essas
tais armas de
mytheril seremos
capazes de destruir
os Generais.
Alexiel - Se você
acredita em nosso
poder irmão, lhe
acompanharei sem
hesitar!
Então eu e Rosiel
nos equipamos com
armas e armaduras
daquele estranho e
raro metal azulado.
Caçamos os Generais
e com muito esforço
eliminamos alguns
deles, o poder do
mytheril junto ao
nosso era
impressionante...
infelizmente aquilo
ia tomando Rosiel de
uma forma
inexplicável, a cada
General que
eliminávamos era
possível ver nos
olhos de Rosiel um
enorme prazer.
Chegou o momento em
que sobrou apenas um
General do
Apocalipse, seu nome
era Aglanor De
Danaan e era o mais
poderoso de todos.
Sabíamos que ele
meditava junto a
alguns sárcofagos,
enquanto
procurávamos este
grande trapaceiro,
indo em direção as
mais gélidas terras
de Britannia, Rosiel
dirigiu-se a mim:
Rosiel - Alexiel!
Você percebe o poder
que temos em mãos??
Ninguém neste mundo
pode nos deter, e
talvez agora seja a
chance de atingirmos
nosso propósito!
Alexiel - Aonde quer
chegar Rosiel?
Rosiel - Você não
vê? Os seraph estão
atrapalhando nossa
verdadeira causa!
Com o poder que
temos podemos trazer
paz e harmonia a
Britannia
definitivamente!
Neste momento parei
de voar, Rosiel
também!
Alexiel - Rosiel!
Pretendes fazer
alguma besteira?
Rosiel - Nunca!!
Estamos indo agora
eliminar o mal maior
destas terras, o
último e mais forte
General do
Apocalipse. Mas isso
não basta, devemos
eliminar TODO o mal,
e os humanos são a
maior fonte do mal
em Britannia! Apenas
com a eliminação de
todos poderemos
garantir que novos
"generais" não irão
surgir, sei que você
irá dizer que existe
o bem em todos os
homens! Mas pense,
também existe um
pouco do mal neles,
que está sempre
aflorando, e quando
eles se juntarem
poderão até mesmo
nos destruir.
Devemos dar o
primeiro passo
enquanto eles são
fracos!
Alexiel - Você está
louco!!! Não
acredito que essas
palavras saíram de
você querido irmão.
Se realmente
acreditas nisso vá
embora agora, jamais
terei o mesmo
pensamento que ti!
Rosiel - É uma pena
meu irmão, mas eu já
estava prevendo essa
sua reação... eu o
queria ao meu lado,
pois quem estiver do
outro lado será
destruído!
Alexiel - Realmente
levantarás seus
punhos contra mim,
contra os humanos??
Rosiel - Se você não
se juntar a mim
Alexiel, você estará
contra minhas
crenças! Eu irei
trazer o bem maior a
Britannia, o
sacrifício dessa
raça pífia é o
caminho para isso!
Gostaria de tê-lo a
meu lado.
Alexiel - Você me
decepcionou Rosiel.
Irei avisar os
seraph
imediatamente.
Então comecei a me
afastar de meu irmão
até que ele começou
a rir, dizendo em
seguida...
Rosiel - Alexiel...
os seraph
protegeriam os
humanos até o fim!
Por isso os eliminei
antes que eles
pudessem tomar
conhecimento de meus
planos,
despreparados eles
são muito fracos.
Espero não lhe
encontrar em meu
caminho Alexiel!
Irei derrotar
Aglanor!
Naquele momento não
pude fazer nada,
fiquei apenas
estupefato com as
palavras de meu
irmão. Ele havia
eliminado os anjos
da mais alta
hierarquia de nosso
reino, ele estava
descontrolado. E o
pior de tudo é que
ele possuia um
grande poder. A
partir de então eu
soube que apenas um
ser poderia
impedí-lo, eu
conhecia seus
poderes e sabia o
que lhe ajudava a
ser tão forte!
Decidi destruir a
ambição de Rosiel,
mesmo que fosse
necessário
destruí-lo.
Capítulo VI:
Conflictu Colossu
Decidi então me
concentrar mais uma
vez na solução do
mal que aqueles
Generais haviam
libertado, a peste!
Passei dias e dias
meditando,
combatendo a peste e
uma vez ou outra eu
conseguia eliminar
pequenos focos dela.
Neste momento eu
percebi que meus
poderes haviam
crescido muito. A
influência de meu
irmão, nossos
treinamentos e o uso
do Mytheril me
deixaram muito
forte. Mas não o
suficiente para
eliminar a maldita
peste. Passei cerca
de duas semanas
combatendo a
terrível doença que
era um pesadelo e
uma ameaça constante
de toda a população,
quando de repente eu
percebi que estava
mais fácil detectar
pessoas e animais
infectados,
conseguindo também
curá-las em menos
tempo e em maior
quantidade de que em
todo o período que
meditei.
Pude apenas deduzir
que não havia mais
nenhuma influência
dos Generais sobre
àquela peste, era a
única explicação
plausível. Aglanor
devia estar morto e
agora a terrível
enfermidade
espalhada por ele e
seu grupo era uma
praga comum,
tornando-se muito
mais fácil de
combater. Foi assim
que finalmente a
peste foi eliminada.
Passei mais algumas
semanas localizando
todas as criaturas
vivas que ainda a
possuiam, não
consegui salvar
todos mas consegui
erradicar
completamente a
doença!
Quando tive certeza
de que minha tarefa
estava terminada e
que os humanos
haviam percebido a
ausência da peste,
denominando como a
Era Pós-Peste, eu
fui atrás de Rosiel
e o encontrei muito
ferido, no entanto
eu sentia um poder
ainda maior do que
antes emanando dele.
Se ele estivesse em
condições plenas,
Rosiel poderia ter
me eliminado em
questão de segundos.
Rosiel - Alexiel!!
Tens sorte de que
Aglanor me feriu
muito em nossa
batalha, no entanto
descobri um novo
poder e mesmo ferido
poderei derrotá-lo!!
Alexiel - Pare
Rosiel, não quero
levantar meus punhos
contra você!!
Rosiel - CALE-SE!!
Uma breve batalha
teve início! Fiquei
impressionado com o
poder de Rosiel
mesmo com todos seus
ferimentos... ele
não estava usando
mais o mytheril em
suas armas e
armaduras, era algo
diferente. Eu podia
sentir que aquele
estranho metal
escuro possuia uma
aura muito negativa
e maléfica!
Felizmente eu pude
resistir o grande
poder dele pois
Rosiel estava muito
fraco.
Rosiel - O poder do
Bestial irá
prevalecer Alexiel,
irei mostrar todo
meu potencial quando
eu me recuperar!!
Antes que eu pudesse
ferir Rosiel ele
conseguiu escapar.
Fiquei intrigado com
aquele material que
Rosiel chamava de
Bestial, e a única
coisa que eu podia
fazer era pesquisar
sobre ele pois meu
irmão estava certo,
se ele estivesse em
condições iguais as
que eu me
encontrava, não
conseguriria
resistir ao seu
enorme poder.
Conversei muito com
alguns anjos mais
antigos e a maioria
não gostava de falar
sobre o Bestial, me
disfarcei diversas
vezes para descobrir
se os homens tinham
conhecimento deste
metal. Descobri
então que era algo
extremamente raro,
poucos tinham visto,
quase nenhum havia
achado e muitos nem
sabiam de sua
existência. Mas algo
muito interessante
me foi revelado
pelos humanos, havia
um outro metal de
semelhante raridade,
porém de aparência e
sensações opostas.
Em minha busca
encontrei um homem
muito idoso, resolvi
ajudá-lo um pouco
com meus poderes de
cura. Após ter feito
isso ele disse que
por eu ter ajudado,
ele poderia me
ajudar também.
Surpreendentemente
ele dizia saber tudo
sobre estes metais e
assim fomos
conversar em sua
casa próxima a Wind.
Seu nome era Aldreth
e ele disse que me
explicaria a origem
deles.
Conforme ele fazia
sua narrativa eu me
impressionava com o
seu conhecimento
sobre os anjos, sua
hierarquia, deveres
e habilidades.
Ele me contara que
um outro anjo também
havia descoberto o
maravilhoso mytheril,
mas não satisfeito
com seu poder ele
utilizou seu grande
conhecimento de
magia e alquimia
adquiridos em sua
vida humana para
tentar melhorá-lo.
Mas o que ele estava
fazendo era
extramemente
perigoso e
suscetível a
infortúnios, sendo
exatamente o que
aconteceu. Ele
criara o Bestial por
acidente, felizmente
suas intenções eram
boas e ao perceber o
grande mal que ele
havia feito o anjo
resolveu tentar
esconder sua
criação, mas alguns
homens a achavam e
de alguma forma a
presença do Bestial
em Britannia afetava
o Mytheril criando
assim mais Bestial.
O anjo então passou
anos tentando
reverter o processo,
até que certa vez
ele criou um metal
com características
opostas, chamando-o
de Celestial. Foi
descoberto então o
que aquele anjo
vinha fazendo por
alguns anos, e ele
foi expulso da ordem
angelical... mas foi
permitido que ele
voltasse a sua forma
humana, então o
idoso me contou que
ele era aquele anjo!
Eu pude então apenas
dizer:
Alexiel - Eu lhe
imploro Aldreth, me
ajude a recriar o
Celestial para que
eu possa combater o
ressurgimento do
Bestial.
Aldreth não hesitou
em me ajudar, ele me
passou todo seu
conhecimento para
que em seguida eu
utilizasse meus
poderes e
transformasse mais
uma vez o Mytheril
em Celestial.
Infelizmente durante
este tempo, Rosiel
criava mais Bestial
e cada vez mais os
homens o achavam em
suas minas... meus
experimentos também
afetavam fortemente
Brittania e o
Celestial começava a
aparecer com a mesma
frequência do
Bestial,
infelizmente aquilo
era necessário para
que eu pudesse
eliminar Rosiel.
Alguns meses se
passaram desde meu
último encontro com
Rosiel e eu havia
conseguido
confeccionar com
perfeição todo meu
equipamento com o
Celestial, assim
como meu irmão agora
estava completamente
armado com Bestial.
Então a batalha
iminente começou.
Foi um conflito
colossal, nossos
golpes arrasavam
árvores e
pulverizavam rochas.
Eu evitava locais
habitados por homens
ou animais pois
nossos poderes eram
enormes e quando se
colidiam causavam
grande estrago!
Rosiel era muito
mais experiente do
que eu e começou a
ter vantagem em
nosso combate, a
cada golpe que eu
não conseguia
impedir eu percebia
que o Celestial
salvava minha vida,
e minhas poucas
investidas bem
sucedidas eram
anuladas pelo
Bestial de Rosiel!
Foi desta forma que
fiquei no estado em
que você me
encontrou Akalmil,
Rosiel também está
ferido, bem menos do
que eu, mas o
suficiente para que
ele também
precisasse de um
descanso.
Por isso Akalmil,
hesitei em
compartilhar minha
história...
Britannia corre
perigo e eu acredito
ser o único capaz de
deter Rosiel, que
ainda é mais forte
do que eu.
Akalmil - Alexiel,
estarei pronto para
serví-lo de qualquer
forma que eu possa.
Agradeço-lhe por
compartilhar todo
este conhecimento
comigo, mas percebo
agora que muito mais
importante do que
isso, é deter seu
irmão!
Alexiel - Akalmil,
não podemos causar
pânico em Britannia.
Temos que tomar
muito cuidado, mesmo
que pudéssemos unir
Britannia em um só
exército, Rosiel
também iria formar o
seu próprio e as
dimensões de nossos
conflitos seriam
sériamente
multiplicadas.
Akalmil - Não é
necessário um
exército Alexiel,
tenho certeza de que
existem humanos
muito fortes capazes
de te ajudar. Veja
os Generais, eles
eram apenas homens e
mesmo assim Rosiel
teve muito trabalho!
Irei lhe ajudar a
achar bons
guerreiros que
sempre trabalham
pelo bem de
Britannia. Através
da lenda das
Armaduras Elementais,
juntarei humanos
capazes de usá-las,
acharei as Armaduras
Elementais e
deteremos Rosiel.
Alexiel - Tens razão
Akalmil, não
gostaria muito de
envolver os humanos,
mas acredito que
alguns guerreiros
possam me ajudar a
deter Rosiel.
Akalmil, irei mais
uma vez conversar
com Aldreth enquanto
você busca novamente
esta lenda e reúne
guerreiros, agradeço
imensamente sua
ajuda e espero que
juntos sejamos
capazes de derrotar
Rosiel. Devemos
restaurar a ordem
angelical e adentrar
uma Nova Era de paz! |
|
|
|